De repente, a crise financeira mundial é o assunto do momento. Fica difícil entender todos os acontecimentos que se seguem quando não entendemos o começo. De maneira simplificada, a crise começou assim:
Nos Estados Unidos, o setor de imóveis estava indo muito bem. Tão bem que eles começaram a vender casa para todo mundo, inclusive para uma categoria da população que eles classificam como “sub prime“. Os sub prime são clientes que não têm como comprovar renda e oferecem maior risco de não pagar as prestações de suas casas. Mas tudo bem, o mercado estava tão aquecido que eles não estavam preocupados com isso.
O excesso de oferta de casas para venda fez os preços caÍrem (na economia, tudo que tem muita oferta fica mais barato, enquanto o que é mais escasso é mais caro). Com os preços caindo, os “vendedores” aumentaram os juros, na tentativa de diminuir o prejuízo.Só que com o aumento dos juros, os “sub prime” começaram a ter dificuldades para pagar suas prestações e boa parte ficou inadimplente. Quem havia investido dinheiro no mercado imobiliário esperando todo aquele dinheiro que os sub prime deviam, tiveram um grande prejuízo e deixaram de investir, tanto em imóveis quanto em qualquer outra área.
Com menos dinheiro (dos investimentos) circulando no mercado, os americanos compram menos e as empresas lucram menos. Tudo isso faz toda a economia esfriar. Vendo que os EUA estão com a economia fraca, os investidores do mundo inteiro ficam com medo de investir também e a economia de todo o mundo esfria.
De maneira simplificada, esse foi o motivo que iniciou a crise financeira que também pode ser considerada a “crise do crédito”.
[...] os “vendedores de imóveis” (leia o post “O que é essa crise financeira“) estavam indo bem, vendendo muitos imóveis, outros investidores, de outras áreas do [...]
[...] fato é que o capitalismo causou essa crise aí (o que não significa que o capitalismo vá entrar em colapso ou acabar), e o governo de [...]
[...] “O bicho do desemprego tá pegando”, vamos falar um pouquinho sobre o que se deve fazer, caso a crise já tenha feito você ser [...]
[...] que você poderá arcar com todas as despesas que o fato de ter um carro exige. Em tempos de crise, é complicado dizer, mas… você tem estabilidade financeira? Tem estabilidade no seu [...]
[...] Ah, uma informação a mais: de todo o dinheiro que o banco recebe como aplicação da poupança, ele é obrigado a destinar 65% para apoiar o financiamento imobiliário. Ou seja, a poupança tem até um apelinho “social”, porque faz com que os bancos tenham sempre crédito para aqueles que precisam comprar uma casa e financiar o pagamento. Por mais que seja altamente recomendável juntar o dinheiro e pagar o imóvel à vista, nem todo mundo consegue e o financiamento é o caminho que a maioria escolhe. Ou seja, enquanto houver pessoas aplicando na poupança, os bancos não terão desculpa para dizer que não têm crédito para o financiamento imobiliário, mesmo com a crise. [...]
[...] e estava guardando para quando precisasse realmente. Quando o valor do dólar explodiu, devido à crise, vendi os dólares e resolvi que queria investir esse dinheiro, em reais, em alguma coisa que não [...]
[...] mundo sabe que a crise atual elevou e muito o desemprego. Só que uns meses atrás ninguém nem pensava que essa crise ia [...]
[...] do desemprego da indústria, que explodiu após a disseminação da crise, se de deu no setor automobilístico. A GM, por exemplo, já estava mal das pernas há um bom tempo [...]
[...] que já virou clichê falar na crise econômica? Pode ser. Entretanto, podemos tentar outras direções e abordar outros aspectos e caminhos do que [...]
[...] 27/Março/2009 por Evelin Ribeiro Esse texto vou uma indicação do René, que trabalha aqui na mesma empresa que eu. Muitos de nossos almoços são acompanhados de conversas sobre finanças e a gente não cansa de tentar achar culpados pela crise financeira mundial… [...]
[...] tendência até o fim do ano é que a Selic só diminua, para conter as consequências da crise financeira mundial. Sendo assim, se a Selic chegar a 8%, como alguns especialistas têm previsto para o fim de [...]
OI.
Me explique, como o credito tem impacto nessa crise?
Olá, Janice!
Fiz um post chamado “Por que estão falando crise no crédito?” Nele tento explicar a relação entre a crise financeira global, que começou nos EUA, com o problema no crédito.
O que posso acrescentar ao texto desse post é que a ameaça de desemprego causada pela crise é outro fator que tem impactado no crédito. Com medo da inadimplência, as instituições financeiras têm aumentado os juros dos empréstimos/financiamentos (ou seja, crédito) para diminuir seus possíveis prejuízos para o caso de seus devedores não pagarem. Essa medida torna o crédito mais caro e mais difícil de conseguir.
Espero ter ajudado! Abraços!
[...] (2010), o programa “Minha Casa, Minha Vida” também é uma medida de socorro no combate à crise. Muitos empregos (cerca de um milhão e meio) serão gerados e muito dinheiro (R$ 60 bilhões) – [...]
[...] Isso, sim, é muito preocupante. O governo vai sentir o “gostinho” de receber esses impostos e vai querer sempre mais. Eu não duvido que isso aconteça, especialmente no Brasil, o país dos impostos. Ainda mais num momento em que cai IPI aqui, cai Selic ali. Alguém acaba pagando por isso. Não se iluda: não existe Papai Noel, o governo não é tão bonzinho assim, e MUITO MENOS vai sair no prejuízo em qualquer medida econômica ou de socorro à economia no combate à crise. [...]
[...] para obtê-lo. No momento, outros países precisam de crédito e isso vai ajudar a fazer com que a crise passe mais [...]
[...] de inadimplência no financiamento de veículos atingiu o maior nível da história. Com toda essa crise e incertezas sobre desemprego, eu prefiro não fazer parte dessas [...]