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Archive for the ‘Notícias’ Category

sky_before_a_thunderstormA diferença entre um blog e um site de notícias é que o site tem um monte de gente trabalhando. São profissionais pagos para escrever e o site será sempre alimentado.

O blog é pessoal e, aqueles que costumam visitar meu Papo Econômico como frequência para acompanhar as novidades tanto da minha vida financeira quanto meus comentários sobre os acontecimentos da economia brasileira, ficaram meio abandonados nos últimos dias. Se o blog é pessoal e o ‘nosso’ pessoal tá em turbulência, o blog pára.

Espero que nenhuma turbulência daqui pra frente me faça desanimar do blog denovo. Ânimo, isso aê!

Nesse tempo, algumas coisas aconteceram na economia:

– O Lula disse que é a favor da manutenção do IPI reduzido para automóveis novos. A redução será menor que a atual, mas já é uma boa notícia. Relembre um pouco quando falei sobre a redução do IPI e minhas dicas para quem quer comprar carro.

– Ontem (quarta-feira, 09/06) o Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu mais um ponto percentual da Selic (taxa básica de juros) que chegou a 9,25%. É a primeira vez desde que a Selic existe que a taxa cai para menos de um dígito. Lembre o que significa a Selic diminuir.

– O Brasil vai oferecer R$ 10 bilhões emprestados para o FMI. “Nóis é chique, hein?”, diz o nosso presidente.  O Brasil há havia alcançado o título de credor, ou seja, “emprestador” de dinheiro para o Fundo Monetário Internacional. Agora, fizemos a primeira oferta.

Isso muda nossa imagem lá fora. Mostra que estamos no caminho do desenvolvimento e atrai investimentos internacionais aqui – e isso só trás benefícios e mais desenvolvimento. Se os governantes não fossem tão corruptos e desviassem para o bolso deles o dinheiro dos cofres públicos que deveriam ser reinvestidos em educação, saúde e obras públicas, isso refletiria em melhor qualidade de vida para toda a população. Bom, mas é um bom sinal, de qualquer forma. Se um dia o Brasil estiver em apuros e precisar de dinheiro novamente, vamos ter mais facilidade para obtê-lo. No momento, outros países precisam de crédito e isso vai ajudar a fazer com que a crise passe mais rápido.

Beijos e pique total para continuar o trabalho no Papo!!!

Imagem: Stock.XCHNG.com

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piggy_bankPronto. O governo já apresentou a proposta de mudança da poupança que eu já havia comentado aqui no blog. É importante saber o que está em jogo, o que pode ou não mudar.

Para começo de conversa, vamos acabar com essa história de que “o governo está metendo a mão na nossa poupança igual o Collor fez”. Isso não tem nada a ver! Esse boato é o que a OPOSIÇÃO, ou seja, dos partidos contrários aos do lado do governo, querem que a gente acredite. (Sempre fique esperto com esses “joguinhos” políticos que só atrapalham o desenvolvimento do país).

O que o governo propôs foi: tributar as poupanças com mais de R$ 50 mil aplicados. Tributar? É, começar a cobrar impostos. Você lembra nos posts que falei que a poupança começou a ficar mais atrativa que o CDB? Um dos motivos era porque a poupança não cobrava imposto. Agora pode cobrar.

Sinceramente, não vejo, até aqui, um problema tão grande assim. Na boa, (mais…)

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968879_money_in_pocket_2Era para esse post ser o “Enquanto você assiste ao Big Brother [parte 2]”, porque fala sobre algo que o governo está articulando, que afeta diretamente nossa vida e nosso bolso e precisaria ter a nossa atenção e acompanhamento.

Conforme prometido no post “A Selic diminuiu. O que isso significa?” , vamos falar sobre a possível mudança na poupança que já está assombrando muita gente. E é pra assombrar mesmo.

–> Leia também: O que o governo vai mudar na poupança?

Seguinte: a poupança é um investimento que não sofre desconto do Imposto de Renda, nem tem taxa de administração cobrada pelo banco. Além disso, há um rendimento garantido de 6% ao ano (que pode até ser um pouquinho maior, mas nunca pode ser menor, porque está na lei). Logo, o dinheiro que você tem lá é garantido. Apesar de ser uma aplicação com rendimento baixo (se você descontar a inflação, o rendimento quase some:(), ele é certeza de não perder dinheiro*.

*Na verdade, um investimento na poupança pode fazer você perder algo chamado “custo de oportunidade”, que os especialistas caracterizam o dinheiro que você “deixou de ganhar” se tivesse aplicado em outro lugar mais lucrativo. Mas essa é outra história.

Por sua vez, outros tipos de investimentos, menos conservadores que a poupança, porém com possibilidade de rendimentos maiores, sofrem desconto de Imposto de Renda e de taxa de administração do banco, dentre outros descontos, que variam conforme a operação.

Muitas dessas aplicações tiram parte de seus rendimentos do mercado de ações. Por exemplo, um plano de previdência privada deposita parte de seu dinheiro em ações, parte em títulos públicos do governo. Com a crise, as ações caíram bastante no mercado. E ainda estão lá em baixo. Em consequência (mais…)

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doubtVocê sempre ouviu falar nos termos Copom, Selic e nunca entendeu o que significa? Seus problemas acabaram… 🙂

Na semana passada, o Copom reduziu a Selic em 1,5 ponto percentual como medida para evitar a recessão e estimular a economia. A taxa agora é 11,25%, o menor nível da história.

Mais importante que entender o que é a Selic (a taxa básica de juros da economia brasileira), é essencial saber o que muda quando a Selic está maior ou menor e qual é a intenção do Banco Central quando decide manter, aumentar ou reduzir a taxa.

Vamos lá: (mais…)

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big-brotherEnquanto muita gente está apenas preocupada em quem é que vai para o paredão do BBB na semana que vem*, os políticos estão articulando assuntos que realmente interessam para a nossa vida. Quer exemplos?
– O governo negocia a prorrogação – ou não – da redução do IPI (nossa rimou, hein?)

– O Banco Central reduziu a taxa Selic em 1,5 ponto percentual

Esses são apenas dois, só da área econômica, de inúmeros exemplos de ações políticas e governamentais que REALMENTE interferem na nossa vida de alguma forma.

Eu sei que muitas vezes não damos atenção para essas coisas porque não entendemos direito o significado delas. IPI? Selic? Copom? São termos em economês que parecem difíceis, mas não são. (mais…)

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divida2[Leia esse post em: http://www.interney.net/blogs/papoeconomico/2009/03/11/ipi_carro_em_80_vezes_e_o_nome_sujo_no_s/] Obrigada 🙂

Sei que já falei bastante sobre carros aqui. Mas informações sobre últimos levantamentos da inadimplência merecem ser debatidos. Meu pai diz que “rico quando deve é inadimplente. Pobre quando deve é caloteiro” hehehe… é triste, mas é fato que tá lotado de gente devendo na praça. Com dívidas em cima de dívidas sem conseguir pagar.

E adivinha justamente qual é o principal fator que fez elevar o número de pessoas inadimplentes? O financiamento de carros! Em janeiro, as linhas de financiamentos de veículos atingiram o maior índice de inadimplência desde que o Banco Central começou a medir, em 1991.

Todo mundo sabe que a crise atual elevou e muito o desemprego. Só que uns meses atrás ninguém nem pensava que essa crise ia vir. A economia estava em alta, o mundo era perfeito, havia crédito sobrando no mercado e todo mundo achava que podia comprar tudo o que quisesse (mais…)

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O discurso de posse, feito dia 20/01 não podia ser menos emocionante que todos os anteriores. Esse Obama fala bem. Fato! Ô eloquência, hein? Parece coisa de filme. Não, não tô babando ovo pro presidente dos EUA. Mas, sim, boto fé na maneira como ele encara a crise.

Selecionei um trecho do discurso – que o UOL publicou na íntegra, traduzido – para você sentir a firmeza com que ele trata do assundo, a honestidade que ele parece transmitir ao assumir o real tamanho e impactos da crise na qual o país está afundado (e pra onde levou todo mundo junto). Confira, vale a pena:

Que estamos em meio a uma crise hoje é bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, uma consequência da cobiça e da irresponsabilidade de alguns, mas também de nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos, cortados; empresas, fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham para muitos; e cada dia traz novas evidências de que os modos como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são indicadores de crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o desgaste da confiança em todo o nosso país — um temor persistente de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve reduzir suas perspectivas. (mais…)

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