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piggy_bankPronto. O governo já apresentou a proposta de mudança da poupança que eu já havia comentado aqui no blog. É importante saber o que está em jogo, o que pode ou não mudar.

Para começo de conversa, vamos acabar com essa história de que “o governo está metendo a mão na nossa poupança igual o Collor fez”. Isso não tem nada a ver! Esse boato é o que a OPOSIÇÃO, ou seja, dos partidos contrários aos do lado do governo, querem que a gente acredite. (Sempre fique esperto com esses “joguinhos” políticos que só atrapalham o desenvolvimento do país).

O que o governo propôs foi: tributar as poupanças com mais de R$ 50 mil aplicados. Tributar? É, começar a cobrar impostos. Você lembra nos posts que falei que a poupança começou a ficar mais atrativa que o CDB? Um dos motivos era porque a poupança não cobrava imposto. Agora pode cobrar.

Sinceramente, não vejo, até aqui, um problema tão grande assim. Na boa, Continuar Lendo »

houseMuita gente vai achar esse texto maluquice. Outros, no entanto, poderão dizer “Faz sentido! Como nunca pensei nisso antes!”. A verdade é que o antigo conselho dos nossos pais, avós, parentes, amigos, enfim, o velho dito popular de que “pagar aluguel é jogar dinheiro fora” não é tão correto assim.

Basicamente, a ideia é: Se você aproveita o tempo em que está pagando aluguel para poupar dinheiro para comprar a casa própria, você está no caminho certo.

Geralmente, o preço de um aluguel é menor do que o da prestação de uma casa. E se você conseguir juntar dinheiro suficiente para pagar sua casa à vista, o tempo que você vai levar para fazer isso será menor do que se tivesse feito um financiamento em um milhão de vezes, como geralmente acontece.

A primeira vez que li sobre isso foi no livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”, que meu noivo me deu no ano passado. Depois, me deparei com a mesma dica no adorável blog da Cíntia Costa, o Planejando meu Casamento.

Com o pensamento de que pagar aluguel é uma péssima ideia, o que mais tenho visto de amigos e parentes é todo mundo financiando o apartamento pela Caixa em 15 ou 20 anos. A grande desvantagem desse financiamento é que ele é longo demais. Mesmo eles dizendo que as parcelas “vão diminuindo com o tempo”, na verdade, no fim das contas, você pagou quase duas vezes o valor que sua casa vale após os anos de parcelamento.

É só fazer uma simulação no site da Caixa.

E tem um pequeno agravante nesses financiamentos. Continuar Lendo »

house_cefQuero aproveitar o recente pacote de habitação do Governo Federal para falar um pouquinho sobre imóveis.

Em março, Lula anunciou a construção de um milhão de moradias para a população de baixa renda. Ele não deu um prazo exato de quando as casas estarão prontas – para ninguém ficar enxendo a paciência dele com cobranças 🙂

Sem deixar de ser uma propaganda do governo para as próximas eleições (2010), o programa “Minha Casa, Minha Vida” também é uma medida de socorro no combate à crise. Muitos empregos (cerca de um milhão e meio) serão gerados e muito dinheiro (R$ 60 bilhões) – por meio do crédito, empréstimos e financiamentos – vai circular no mercado, o que é sempre bom para a economia.

Os principais beneficiados com o programa são as famílias com renda entre 0 e 3 salários mínimos (até R$ 1.395). Elas vão pagar uma prestação mensal equivalente a 10% do salário, durante dez anos. Para se cadastrar, basta ir a uma agência da Caixa com os documentos listados na cartilha disponível aqui.

Para ser sincera, eu acho que o programa só é grandemente vantajoso para as famílias dessa faixa de renda.

As famílias com renda entre 3 e 10 salários mínimos (até R$ 4.650) não terão subsídio no valor do imóvel. Apenas contarão com descontos nos juros, custos de cartório e taxas que podem reduzir em até R$ 23 mil o valor final. A entrada é opcional e o pagamento pode ser em até 30 anos – 360 vezes. O titular também pode usar o FGTS como parte do pagamento. Basicamente, não muda muita coisa do programa de financiamento que a Caixa já tinha antes.

Por tudo o que eu já li em livros sobre finanças pessoais, o financiamento quase eterno – como o famoso da Caixa – não é forma mais econômica de adqurir sua casa.

Vou conversar sobre isso no próximo post, ok?

Se quiser saber mais sobre o Programa Minha Cassa, Minha Vida, visite a área Habitação do site da CEF e clique na imagem da casinha do lado esquerdo do site – ou vá pessoalmente a uma agência.

consumismo1 Para vocês que acompanharam meu relato sobre o maldito consumismo que ainda vai acabar comigo :), seguem algumas sugestões pessoais (que estão dando certo) para eu me livrar desse grande mau para o meu bolso. Quem sabe dá certo para você também?

– Faça as contas e veja quanto o seu consumismo “consome” do seu salário todos os meses. Veja o que você poderia fazer com esse dinheiro, se juntasse por um ano. Poderia fazer um curso muito importante para a sua profissão? Comprar um carro? Fazer a viagem dos seus sonhos? Ou simplesmente conseguiria se livrar de todas as suas dívidas e ter uma vida melhor?

–  Saia de casa sem o seu cartão de crédito, bem como todos os cartões de lojas e talão de cheques. Vai chegar um momento em que você estará “reabilitado” e já conseguirá controlar os impulsos de comprar, mesmo que estiver com o cartão de crédito na carteira. Mas, cada passo de cada vez, né?

– Quebre seu cartão de crédito, se isso for necessário para impedí-lo de comprar. Para os casos mais graves Continuar Lendo »

woman_shoppingVocê pode ter pensado, com o título desse post “Ah, casa de ferreiro, espeto de pau”, certo?

Pois é, um dos motivos que me levaram a estudar e me interessar por economia e finanças pessoais é justamente esse. Vou casar ano que vem, meu noivo e eu estamos em recessão para juntarmos o dinheiro necessário para realizarmos mais um sonho, com tudo o que tivermos direito. Mas tem uma coisa que ainda acaba comigo: roupas!

Tem gente que é fanático por comprar eletrônicos, tem gente que gasta muito dinheiro com o carro, outros com balada, entre muitas outras coisas. Comigo, a tentação do consumismo ataca pela minha fraqueza com roupas.

Eu vou ao shopping e fico hipnotizada pelas vitrines. Quer me ver feliz? Me veja saindo de alguma loja com uma sacola na mão! Até o Tiago (meu noivo) já sabe que esse é o momento em que ele pode dizer que vai ao estádio de futebol com os amigos dele, em pleno dia do nosso aniversário de namoro, que eu vou dizer “tudo bem”. Continuar Lendo »

Não sei quem foi a boa alma que colocou esse vídeo no YouTube. (que bom q tem gente sempre disposta a gastar tempo em fazer coisas na internet para nos divertir depois, né?)

Faz tempo que não coloco nada engraçadinho aqui, então lá vai uma lição do He-Man sobre as pessoas que fazem de tudo para ganhar dinheiro de maneira rápida e fácil. Se todos estivessem ouvido o grandão, a crise não existiria hoje 🙂

Coisas que aprendi sobre finanças nesse tempinho em que tenho estudado:
– Não existe milagre
– Se um ganha aqui, o outro perde lá
– Infelizmente, pessoas ricas ganham dinheiro com mais facilidade e só melhoram de vida. Pobre tem tendência de não ganhar ou perder o que tem.
– Depende de você querer sair fora da estatística, quebrar essa “tendência”.
– Não vale a pena fazer nada ilícito. Um dia a casa cai.

968879_money_in_pocket_2Era para esse post ser o “Enquanto você assiste ao Big Brother [parte 2]”, porque fala sobre algo que o governo está articulando, que afeta diretamente nossa vida e nosso bolso e precisaria ter a nossa atenção e acompanhamento.

Conforme prometido no post “A Selic diminuiu. O que isso significa?” , vamos falar sobre a possível mudança na poupança que já está assombrando muita gente. E é pra assombrar mesmo.

–> Leia também: O que o governo vai mudar na poupança?

Seguinte: a poupança é um investimento que não sofre desconto do Imposto de Renda, nem tem taxa de administração cobrada pelo banco. Além disso, há um rendimento garantido de 6% ao ano (que pode até ser um pouquinho maior, mas nunca pode ser menor, porque está na lei). Logo, o dinheiro que você tem lá é garantido. Apesar de ser uma aplicação com rendimento baixo (se você descontar a inflação, o rendimento quase some:(), ele é certeza de não perder dinheiro*.

*Na verdade, um investimento na poupança pode fazer você perder algo chamado “custo de oportunidade”, que os especialistas caracterizam o dinheiro que você “deixou de ganhar” se tivesse aplicado em outro lugar mais lucrativo. Mas essa é outra história.

Por sua vez, outros tipos de investimentos, menos conservadores que a poupança, porém com possibilidade de rendimentos maiores, sofrem desconto de Imposto de Renda e de taxa de administração do banco, dentre outros descontos, que variam conforme a operação.

Muitas dessas aplicações tiram parte de seus rendimentos do mercado de ações. Por exemplo, um plano de previdência privada deposita parte de seu dinheiro em ações, parte em títulos públicos do governo. Com a crise, as ações caíram bastante no mercado. E ainda estão lá em baixo. Em consequência Continuar Lendo »