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Posts Tagged ‘desemprego’

big-brotherEnquanto muita gente está apenas preocupada em quem é que vai para o paredão do BBB na semana que vem*, os políticos estão articulando assuntos que realmente interessam para a nossa vida. Quer exemplos?
– O governo negocia a prorrogação – ou não – da redução do IPI (nossa rimou, hein?)

– O Banco Central reduziu a taxa Selic em 1,5 ponto percentual

Esses são apenas dois, só da área econômica, de inúmeros exemplos de ações políticas e governamentais que REALMENTE interferem na nossa vida de alguma forma.

Eu sei que muitas vezes não damos atenção para essas coisas porque não entendemos direito o significado delas. IPI? Selic? Copom? São termos em economês que parecem difíceis, mas não são. (mais…)

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Como havia prometido no post “O bicho do desemprego tá pegando”, vamos falar um pouquinho sobre o que se deve fazer, caso a crise já tenha feito você ser demitido.

Primeiro, como você deve pensar:

– Coloque na sua cabeça: você não é o único, não foi sua culpa, você não é incompetente, nem trabalha mal. O rôdo passou geral, milhares de pessoas foram mandadas embora em consequência da crise – milhões de desempregados no mundo.

– Importante: não se desespere. Apesar dos assustadores números, os empregos voltarão ao normal em aproximadamente um ano. Isso é o que eu acredito e tenho lido de especialistas por aí. Não custa nada torcer para que aconteça realmente.

Agora, como você deve agir:

– Dê entrada no seu seguro-desemprego. Mas preste atenção: muita gente acha que o seguro-desemprego é um benefício para te fazer receber grana sem precisar trabalhar e, por isso, fica esperando até a última parcela do seguro para COMEÇAR a procurar outro trabalho. (mais…)

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O discurso de posse, feito dia 20/01 não podia ser menos emocionante que todos os anteriores. Esse Obama fala bem. Fato! Ô eloquência, hein? Parece coisa de filme. Não, não tô babando ovo pro presidente dos EUA. Mas, sim, boto fé na maneira como ele encara a crise.

Selecionei um trecho do discurso – que o UOL publicou na íntegra, traduzido – para você sentir a firmeza com que ele trata do assundo, a honestidade que ele parece transmitir ao assumir o real tamanho e impactos da crise na qual o país está afundado (e pra onde levou todo mundo junto). Confira, vale a pena:

Que estamos em meio a uma crise hoje é bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, uma consequência da cobiça e da irresponsabilidade de alguns, mas também de nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos, cortados; empresas, fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham para muitos; e cada dia traz novas evidências de que os modos como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são indicadores de crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o desgaste da confiança em todo o nosso país — um temor persistente de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve reduzir suas perspectivas. (mais…)

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O bicho tá pegando. Você deve ter visto nas notícias por aí: o mês de dezembro de 2008 registrou recorde no número de desempregos: foram 654 mil cortes (considerando apenas os com carteira assinada).

Tenho um amigo da área de comunicação que recebeu a notícia dias antes do natal. Alguns parentes e conhecidos da área da indústria pegaram férias coletivas, voltaram, e saíram de férias denovo.

A indústria tem negociado com o governo e com os sindicatos a redução da jornada de trabalho, redução de salários e aumento das férias coletivas como forma de evitar as demissões. É como eu já comentei (no post sobre as ajudas do governo e no que explica a crise do crédito, crise gera crise. Desemprego só faz aumentar os impactos dela.

Por outro lado, o governo estuda no momento aumentar as parcelas do seguro-desemprego, dos atuais 5 meses para 10 ou até 12. Tomara que isso aconteça, afinal, seria uma ótima forma de manter a economia girando, evitar que as famílias passem necessidades. Em 12 meses, dá tempo de o tsunami passar. Eu acredito!

O governo pode até “pressionar” (ou pedir com carinho:)) ao Banco Central que diminua a taxa Selic. Essa taxa é a base para quase todas as operações financeiras do País. Atualmente, ela é super alta: 13,75%. Se ela diminuir os 2% como a galera está pedindo, as empresas, por exemplo, poderão respirar um pouco mais aliviadas e, com fôlego um pouco maior, repensar estratégias outras que não sejam demissões. Quem sabe? (mais…)

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