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Posts Tagged ‘EUA’

news1Esse texto vou uma indicação do René, que trabalha aqui na mesma empresa que eu. Muitos de nossos almoços são acompanhados de conversas sobre finanças e a gente não cansa de tentar entender quem são os culpados pela crise financeira mundial… 😀

*A resposta mais próxima da verdade que já encontramos é que não existe apenas um culpado pela crise. Existem vários.

Para quem não é da área, o site Observatório da Imprensa tem muitos artigos interessantes para jornalistas. Neste, o autor explica como e por que os jornalistas financeiros têm uma pontinha de responsabilidade para a explosão da crise. (mais…)

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O discurso de posse, feito dia 20/01 não podia ser menos emocionante que todos os anteriores. Esse Obama fala bem. Fato! Ô eloquência, hein? Parece coisa de filme. Não, não tô babando ovo pro presidente dos EUA. Mas, sim, boto fé na maneira como ele encara a crise.

Selecionei um trecho do discurso – que o UOL publicou na íntegra, traduzido – para você sentir a firmeza com que ele trata do assundo, a honestidade que ele parece transmitir ao assumir o real tamanho e impactos da crise na qual o país está afundado (e pra onde levou todo mundo junto). Confira, vale a pena:

Que estamos em meio a uma crise hoje é bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, uma consequência da cobiça e da irresponsabilidade de alguns, mas também de nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos, cortados; empresas, fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham para muitos; e cada dia traz novas evidências de que os modos como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são indicadores de crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o desgaste da confiança em todo o nosso país — um temor persistente de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve reduzir suas perspectivas. (mais…)

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Eu sempre bato na mesma tecla de que é possível realizar sonhos com pouco dinheiro, né? Se você leu os textos anteriores neste blog deve ter percebido que falo isso toda hora.

Sabe, um dos maiores problemas que impedem as pessoas a melhorar de vida é que elas preferem olhar o que os outros têm, e não o que os outros fizeram para conseguir aquilo, ou mesmo o que eles próprios poderiam fazer para também alcançar.

No final de 2007 fiz um intercâmbio internacional. Passei três meses nos Estados Unidos. Para mim e para quase todas as pessoas que conheço, viajar para o exterior é, sim, coisa de rico – algo que eu nunca fui, nem de perto.

Tenho certeza que quando as pessoas sabem que eu fui pros EUA, logo imaginam que, como a maioria dos jovens que fazem intercâmbio, devo ter tido todas as despesas pagas pelos meus pais. Só que não foi esse meu caso.

Sempre tive o sonho de ir para o exterior e acho que seria uma pessoa frustrada se não fosse nunca. Um determinado momento da minha vida, em meados de 2007, tomei a decisão – com a ajuda do Tiago, meu noivo.usa1

Desde que comecei a trabalhar, com 18 anos, como instrutora de informática e salário de R$ 120 por mês (sim, você leu certo, ganhava cento e vinte reais por mês), eu tinha uma pequena poupança na Caixa. Quando fiz o orçamento de viagem de intercâmbio, descobri que o dinheiro guardado em 2 anos e meio de trabalho (nessa época, já ganhava uns R$ 500) eram suficientes para um terço dos gastos. (mais…)

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A crise em pinga

Hoje é sexta-feira (graças a Deus!) e nada mais justo que um post engraçadinho pra fechar a semana.

O texto abaixo tá circulando ‘a rodo’ pela internet. O autor é desconhecido, pelo menos pra mim. Se vc conhecer, me avise 🙂

A crise explicada em pinga. Assim fica facinho de entender:

É assim ó:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e vinha tendo um
fornecimento alto de cachaça que vinha do alambique, porque desse
jeito ele pagava menos por litro de pinga.

Só que se ele compra mais pinga do que os bêbados bebem e acaba com muita pinga estocada.

Pra evitar que a pinga fique parada, ele precisa aumentar o giro dessa pinga.
Pra aumentar o giro, ele tem que facilitar o consumo.

Então ele decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. (mais…)

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Um dos principais fatores que faz a economia crescer é o crédito. Como assim? A oportunidade de comprar uma casa, um carro ou qualquer outra coisa depende, na maioria das vezes, da chance de parcelar, financiar o valor deste bem.

Só que quando financiamos alguma coisa, alguém paga por ele antes. Por exemplo, quando financiamos um imóvel pela Caixa Econômica Federal, a própria Caixa paga aquele valor ao dono do imóvel e depois nós pagamos para a Caixa. Isso significa que a Caixa oferece um crédito para você, acreditando que você irá pagar.

Outro exemplo: Quando as montadoras de automóveis começaram – pouco tempo atrás – a vender carros em 80 parcelas (quase sete anos, misericórdia!), é um sinal que a economia está indo bem. Afinal, se um milhão de brasileiros resolvessem comprar carro dessa forma ao mesmo tempo, haveria instituições financeiras com todo esse dinheiro para dar às montadoras, confiando que, como a economia andava estável, certamente o comprador iria pagar sua dívida junto à financeira.

E por que a crise dos EUA também é conhecida como “Crise do Crédito”?

Quando os “vendedores de imóveis” (leia o post “O que é essa crise financeira) estavam indo bem, vendendo muitos imóveis, outros investidores, de outras áreas do mercado, começaram a investir – ou seja, dar dinheiro – aos vendedores esperando ter retorno com o dinheiro que eles ainda iriam receber: o dinheiro das prestações dos compradores sub prime (aqueles que não conseguem comprovar renda e oferecem risco de não pagar). (mais…)

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De repente, a crise financeira mundial é o assunto do momento. Fica difícil entender todos os acontecimentos que se seguem quando não entendemos o começo. De maneira simplificada, a crise começou assim:

Nos Estados Unidos, o setor de imóveis estava indo muito bem. Tão bem que eles começaram a vender casa para todo mundo, inclusive para uma categoria da população que eles classificam como “sub prime“. Os sub prime são clientes que não têm como comprovar renda e oferecem maior risco de não pagar as prestações de suas casas. Mas tudo bem, o mercado estava tão aquecido que eles não estavam preocupados com isso.

O excesso de oferta de casas para venda fez os preços caÍrem (na economia, tudo que tem muita oferta fica mais barato, enquanto o que é mais escasso é mais caro). Com os preços caindo, os “vendedores” aumentaram os juros, na tentativa de diminuir o prejuízo. (mais…)

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